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Espero que gostem! (:
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Primeira vez



A primeira vez dela foi em cima de uma moto,
não pergunte-me como.
A primeira vez dele foi atrás de uma árvore,
gozou rápido demais.
A primeira vez deles foi depois de uma noitada,
amor a primeira trepada
trepada no primeiro encontro
o encontro virou namoro que virou noivado
a primeira vez deles, depois de casados
foi em Fernando de Noronha...

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Imagino-me


Olhar sua bunda me deixa louco. Imagino-me tocando, apertando, beijando esse rabo volumoso. Jogando-te na cama e abrindo as suas pernas o máximo possível e enfiando minha língua na sua boceta que na minha imaginação é grande e totalmente sem pelos. Deslizando meus lábios até seu cu e depois chupando com força seu grelo. Rebolando minha língua no clitores duro e babando sua boceta toda. Imagino-me virando-te de costas e roçando minha barba pela sua nuca, descendo pela coluna, chegando a sua bunda, onde daria uma mordida e um tapa estalado. Abriria bastante para poder olhar com precisão seu cu - que tenho certeza que piscaria para mim. O toque do meu dedo polegar invadindo e explorando seu cu faria você se arrepiar toda. E seu gemido me deixaria louco. E enfiaria dois dedos bem fundo na sua boceta toda molhada. E roçaria meu rosto nas suas coxas para você sentir o pinicar da minha barba por fazer. Nessa hora você agarraria com força o travesseiro e soltaria um gemido alto e abafado. Colocaria-te de quatro e continuaria chupando sua boceta até você gozar pela primeira vez rebolando nos meus lábios. E logo depois deixaria você olhar meu pau. E seus olhos brilhariam. Masturbaria-me revelando a cabeça rosada. E você sorriria de desejo e vontade. Chegaria bem perto e o enfiaria na sua boca. Foderia seus lábios com meu pau. Enfiaria com vontade. Segurando-o pela base bateria com ele no seu rosto. E você gemeria. E eu gemeria. Você chuparia meu saco querendo enfia-lo todo na boca. Ajoelharia na minha frente enquanto eu seguiria batendo uma punheta bem perto do seu rosto. E o tesão só aumentaria. E a vontade de esporrar tudo na sua cara também. E seus olhos implorariam. Sua boca salivaria. E mais uma vez o colocaria entre seus lábios. Você babaria deixando escorrer saliva. Chupada molhada e macia do jeito que sempre sonhei. O meu corpo se arrepiaria. Soltaria um gemido alto. Tiraria o pau da sua boca e surraria mais um pouco seu rosto. E então esporraria. Gozo para todo lado. E você engoliria minha vara, não querendo desperdiçar e ao mesmo tempo querendo sentir-se lambuzada pela porra doce. E a textura e gosto do meu leite quente, e o cheiro impregnando o quarto fariam você gozar novamente. Alisaria seu rosto lambuzado, limpando com os dedos o pouco que resta do gozo e o levaria a sua boca. Você engoliria sorrindo e saciada e um pouco tímida me daria um abraço.
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Cu é lindo


o cu é lindo,
dizia a frase rabiscada
nas paredes de um sobrado na Lapa.
o cu é lindo,
dizia o rapaz ao passar a língua
no cu rosado da moça de saia.
o cu é lindo,
dizia a moça ao deslizar pelo saco
seguindo rumo ao pequeno buraco.

o cu é lindo - anel de noivado
se abre tarado quando o dedo anelar
o cu-tuca.
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Isabela

Era uma gorda sensual e adorava o fato de ser gorda. Se olhava no espelho e admirava os excessos que sobravam no culote e cintura. Quando criança, passava horas olhando aquelas imagens dos quadros renascentistas nos livros de arte do seu pai. O que mais gostava no seu corpo era a coxa roliça e a bunda saliente, adorava mostra-las. Exibicionista. Biquini pra ela, só os menores. Gostava de calça legging e salto alto. Era gorda e baixa. Frequentava acadêmia, mas não por uma questão estética, era pura necessidade física. Elétrica, não parava um segundo e precisava gastar a energia de alguma forma. Além de exibicionista, tarada convicta. Sua maior fonte de prazer era a boca, devorando algumas guloseimas ou saboreando um pau duro e grande. Tamanho para ela era documento sim. Gostava dos maiores, dos maios grossos e dos que pulsavam mais. Tinha uma certa fixação pelos paus de cabeça bem rosada. Os olhos chegavam a brilhar. Seu corpo tinha espamos quando sentia um cacete preenchendo seus lábios. A boceta encharcava na hora. Sexo para ela só no claro. Gostava de frequentar motel por causa da quantidade de espelhos espalhados pelo cômodo. Observava o vai e vem do corpo e as mãos apertando com vontade as dobras que se formavam. E o que de fato mais gostava, era de finalizar um pau com sua boca. Era capaz de gozar só de sentir aquele líquido tocando sua língua. A porra quente preenchendo sua garganta a enchia de alegria e saciedade.

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Sofá Preto


Lembro de nós dois naquele sofá preto um pouco antes de você ir embora. As malas já estavam prontas no canto da sala e você cheirando a sabonete depois do último banho. Chegou até mim, alisou meu peito com as unhas e desceu até minhas coxas. Joguei a cabeça para trás num suspiro leve e contido. Você sorriu e me beijou a boca. Retribuí. Nossas línguas dançavam suaves enquanto eu repousava a palma de minha mão na sua nuca e fazia rasbiscos com as pontas dos dedos. A outra mão desfilava em direção a sua bunda e repousava entre o cu e a boceta. Você suspirava, beijava meu pescoço e mordia de forma doce o lóbulo de minha orelha. Segurou com firmeza meu pau e foi apontando-o para sua boceta. Olhava fundo nos meus olhos. No rosto, aquela expressão de putinha querendo ser comida com urgência. No coração, a alegria de ser comida por quem ama. Enterrei. Você soltou suspiro em forma de grito. Eu mordi os lábios, gemi e soltei aquela minha risada sacanaca. “Você me ama?”, perguntou “então me fode forte!”, completou. Rebolava e eu metia. Uma mão alisava suas costas e a outra mantinha os dedos no seu cu. Dois dedos. Do jeito que você gosta. E era assim que o gozo vinha, simultâneo. E veio. Sua boceta engolindo meu pau. Seu cu devorando meus dedos. Nossos corações no disparo pós-gozo. Nossos corpos caídos no sofá preto.


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Sexta à noite


Bota cano longo acima do joelho, com um salto altíssimo. Uma saia preta, colada no corpo, há dois palmos do pecado. Batom vermelho, lápis preto nos olhos. Duas argolas de prata gigantes em cada orelha. E um olhar de quem está com fome, muita fome. E foi com essa fome que o encostou na parede e o beijou no pescoço. Caminhava de uma orelha até a outra com a língua e as mãos deslizavam tórax abaixo. Se virou rebolando na cadência de uma música que tocava em algum apartamento distante. Ele gemia. Passava as mãos pela barriga dela subindo até o peito coberto por um top também preto. Uma tigresa, pensou. Ela, ainda de costas descia até o chão. Naquela mesma cadência olhou para cima, sorriu e feito felina começou a engatinhar enquanto a saia curta ia subindo revelando a bunda sem calcinha e uma marquinha minuscula de biquíni. “Vem”, ela disse olhando por cima dos ombros. Ele, salivando de vontade começou a tirar sua camiseta branca e desabotoar a calça jeans enquanto ela parava no meio da sala e arrebitava a bunda o mais alto que podia, e com uma das mãos começava a mexer na boceta já encharcada. Enfiava um dedo, logo depois dois e em seguida lubrificava o cu. Ele olhava aquele corpo de bailarina, aquela poesia tatuada na costela e sentia-se em uma das fotos de Gordon Denman. Chegou mais perto, ajoelhou-se e lambeu cada dobra daquela carne. Comeu, com voracidade, usando a língua, cada pedaço daquela boceta. Ela gemia e rebolava no rosto dele. E com uma das mãos ele deu um tapa forte e firme na bunda dela. Gemeu alto, olhou mais uma vez por cima dos ombros e disse: “bate, bate na minha bunda que eu gosto”. E ele batia e ela gritava. E de pau duro, enfiou naquele cu que minutos atrás piscava a cada investida de sua língua, e foi recebido com toda intimidade permitida. Ela gemia sentindo-se preenchida enquanto o saco fazia carinho em sua boceta e as mãos dele deslizavam pela sua nuca...

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Vênus adormecida

“Dorme aqui hoje”.
“Não, hoje eu só vim fazer sexo com você, quero dormir na minha cama”, ela disse.
“Jura que vai resistir a essa cama macia?”
“Me come primeiro e depois a gente conversa!”.
E o beijou. Um beijo mordido, molhado e quente. Ela lembrava a Vênus Adormecida do renascentista Giorgione, porém moderna com as tatuagens rabiscadas pelo corpo. Pássaros, flores, frases. E uma língua que rebolava pelo peito raspado dele. E seguia tórax abaixo e encontrava o pau que engolia com tanta vontade. Nua, precisa com a chupada molhada do jeito que todo cara aprecia. Babava e descia pelo saco enquanto a saliva quente, em abundância, escorria. Ele jogava a cabeça para fora da cama em um gemido longo. Logo ela subia e o beijava na boca. E ele virava e ria cantando trecho da música que estava no repeat nas caixas de som. Cheirava seu pescoço, alisava os peitos pequenos e os beijava. Cabia fácil, quase por inteiro nos seus lábios. Parava nos mamilos delicados enquanto a mão descia pelo ventre até chegar a boceta molhada. Ela gemia alto, gemia baixo, aquele gemido que mais parecia elogio. E ele com o dedo médio achava o ponto certo e a pressão necessária para faze-la pedir mais. E por alguns segundos parou e quis apenas olhá-la...
“Tirou a mão porque?”, ela perguntou “só deixo tirar a mão se for pra colocar a boca e só deixo tirar a boca se for pra colocar o pau!”.
Ele gargalhou alto e solto. Buscou a camisinha numa gaveta bagunçada, deu um beijo profundo na boceta que soltou leves espasmos e a penetrou fundo e forte...


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Na TV uma banda britânica


Os pingos de chuva batem no ar condicionado. Barulho do ventilador apesar do frio. Na televisão o ao vivo de uma banda britânica. Aquela preguiça típica dos dias chuvosos. Sente o cheiro dos cabelos castanhos espalhados pela cama. Sonolência das manhãs de segunda-feira. Passa os dedos pela pele branca e ela retribui sorrindo e fazendo carinho nos seus braços. Um beijo doce e lento. E as mãos dela descendo pelo peito, alisando a região do umbigo. Enquanto ele percorre suas costas e invade a nuca. Brinca com o dedo mindinho atrás da orelha. Ela sente uma gastura gostosa. Morde de leve os lábios dele. As línguas dançam. Salivas tão íntimas. E dançam também as pernas que ela joga por cima das pernas dele. E as mãos buscam o pau já duro. Contorna o saco. Ele aperta de leve sua bunda. E ela o guia mexendo os quadris. A umidade do pau dele e o líquido da boceta dela lentamente se encontram. Ela aperta os olhos antes de sentí-lo acomodado. Mistura de prazer com o incomodo inicial. Ele respira fundo e solta um gemido grave e baixo. E o movimento segue sutil, sempre ralentando, em um beijo profundo, prolongado...


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A menina que dança

Na dança gosta que a levem, o ritmo é o parceiro quem dita. E na cama também. Apesar de não fazer muita distinção entre um e outro, pra ela é tudo a mesma coisa – cama e dança – ou tudo está tão entrelaçado que se confunde. Na dança, e na cama, quem conduz os passos é o outro e ela, na malemolência, se deixa levar. O conheceu num desses recantos da Lapa. E não é que gostou da pose do rapaz? Mas já tinha decidido tirar um ano sabático. Nada de sexo. Mas ele quis leva-la logo pra onde? Forró! Ponto fraco da menina que dança. E não tinha como dizer não. E foram. E no meio daquela dança toda fingiu que nem notou as encoxadas mais audaciosas. Se deixou levar, fechou os olhos, descansou a alma e o corpo foi quem falou. E o rapaz que não era bobo nem nada aproveitou o molejo da menina e a beijou na boca. Salivas bem divididas. O encaixe com sintonia fina a fez amolecer. Ano sabático que nada. Queria mesmo era continuar aquela dança na cama, na sala ou até num chão duro de calçada. A saia curta, rendada, típica de forró e uma calcinha pequeninha que ele logo sentiu no primeiro toque de leve na bunda da menina. Tão pouco pano, foi fácil afastar e começar o dedilhado preciso na boceta – sem pelos diga-se de passagem. Ela já em outra esfera. Sentia aquilo e queria mais. Tanto tempo que um dedo não lhe invadia com tanta precisão e desenvoltura. “Me leva, me leva”, ela pensava. E o dedilhado seguia. Num ritmo de um forró pé de serra. Dedo médio no compasso da zabumba no clitores. E as vezes, dava uma escorregadinha, seguia os acordes da sanfona e invadia a boceta, bem fundo – instrumento percussivo – para depois se insinuar para o rabo. Triangulo formado – clitores, boceta e cu – e esse o rapaz sabia tocar.