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Primeira vez

A primeira vez dela foi em cima de uma moto, não pergunte-me como. A primeira vez dele foi atrás de uma árvore, gozou rápido demais. A primeira vez deles foi depois de uma noitada, amor a primeira trepada trepada no primeiro encontro o encontro virou namoro que virou noivado a primeira vez deles, depois de casados foi em Fernando de Noronha...

Imagino-me

Olhar sua bunda me deixa louco. Imagino-me tocando, apertando, beijando esse rabo volumoso. Jogando-te na cama e abrindo as suas pernas o máximo possível e enfiando minha língua na sua boceta que na minha imaginação é grande e totalmente sem pelos. Deslizando meus lábios até seu cu e depois chupando com força seu grelo. Rebolando minha língua no clitores duro e babando sua boceta toda. Imagino-me virando-te de costas e roçando minha barba pela sua nuca, descendo pela coluna, chegando a sua bunda, onde daria uma mordida e um tapa estalado. Abriria bastante para poder olhar com precisão seu cu - que tenho certeza que piscaria para mim. O toque do meu dedo polegar invadindo e explorando seu cu faria você se arrepiar toda. E seu gemido me deixaria louco. E enfiaria dois dedos bem fundo na sua boceta toda molhada. E roçaria meu rosto nas suas coxas para você sentir o pinicar da minha barba por fazer. Nessa hora você agarraria com força o travesseiro e soltaria um gemido alto e abafado. C…

Cu é lindo

o cu é lindo,
dizia a frase rabiscada
nas paredes de um sobrado na Lapa.
o cu é lindo,
dizia o rapaz ao passar a língua
no cu rosado da moça de saia.
o cu é lindo,
dizia a moça ao deslizar pelo saco
seguindo rumo ao pequeno buraco.

o cu é lindo - anel de noivado
se abre tarado quando o dedo anelar
o cu-tuca.

Isabela

Era uma gorda sensual e adorava o fato de ser gorda. Se olhava no espelho e admirava os excessos que sobravam no culote e cintura. Quando criança, passava horas olhando aquelas imagens dos quadros renascentistas nos livros de arte do seu pai. O que mais gostava no seu corpo era a coxa roliça e a bunda saliente, adorava mostra-las. Exibicionista. Biquini pra ela, só os menores. Gostava de calça legging e salto alto. Era gorda e baixa. Frequentava acadêmia, mas não por uma questão estética, era pura necessidade física. Elétrica, não parava um segundo e precisava gastar a energia de alguma forma. Além de exibicionista, tarada convicta. Sua maior fonte de prazer era a boca, devorando algumas guloseimas ou saboreando um pau duro e grande. Tamanho para ela era documento sim. Gostava dos maiores, dos maios grossos e dos que pulsavam mais. Tinha uma certa fixação pelos paus de cabeça bem rosada. Os olhos chegavam a brilhar. Seu corpo tinha espamos quando sentia um cacete preenchendo seus láb…

Sofá Preto

Lembro de nós dois naquele sofá preto um pouco antes de você ir embora. As malas já estavam prontas no canto da sala e você cheirando a sabonete depois do último banho. Chegou até mim, alisou meu peito com as unhas e desceu até minhas coxas. Joguei a cabeça para trás num suspiro leve e contido. Você sorriu e me beijou a boca. Retribuí. Nossas línguas dançavam suaves enquanto eu repousava a palma de minha mão na sua nuca e fazia rasbiscos com as pontas dos dedos. A outra mão desfilava em direção a sua bunda e repousava entre o cu e a boceta. Você suspirava, beijava meu pescoço e mordia de forma doce o lóbulo de minha orelha. Segurou com firmeza meu pau e foi apontando-o para sua boceta. Olhava fundo nos meus olhos. No rosto, aquela expressão de putinha querendo ser comida com urgência. No coração, a alegria de ser comida por quem ama. Enterrei. Você soltou suspiro em forma de grito. Eu mordi os lábios, gemi e soltei aquela minha risada sacanaca. “Você me ama?”, perguntou “então me fode…

Sexta à noite

Bota cano longo acima do joelho, com um salto altíssimo. Uma saia preta, colada no corpo, há dois palmos do pecado. Batom vermelho, lápis preto nos olhos. Duas argolas de prata gigantes em cada orelha. E um olhar de quem está com fome, muita fome. E foi com essa fome que o encostou na parede e o beijou no pescoço. Caminhava de uma orelha até a outra com a língua e as mãos deslizavam tórax abaixo. Se virou rebolando na cadência de uma música que tocava em algum apartamento distante. Ele gemia. Passava as mãos pela barriga dela subindo até o peito coberto por um top também preto. Uma tigresa, pensou. Ela, ainda de costas descia até o chão. Naquela mesma cadência olhou para cima, sorriu e feito felina começou a engatinhar enquanto a saia curta ia subindo revelando a bunda sem calcinha e uma marquinha minuscula de biquíni. “Vem”, ela disse olhando por cima dos ombros. Ele, salivando de vontade começou a tirar sua camiseta branca e desabotoar a calça jeans enquanto ela parava no meio da sa…

Vênus adormecida

“Dorme aqui hoje”. “Não, hoje eu só vim fazer sexo com você, quero dormir na minha cama”, ela disse. “Jura que vai resistir a essa cama macia?” “Me come primeiro e depois a gente conversa!”. E o beijou. Um beijo mordido, molhado e quente. Ela lembrava a Vênus Adormecida do renascentista Giorgione, porém moderna com as tatuagens rabiscadas pelo corpo. Pássaros, flores, frases. E uma língua que rebolava pelo peito raspado dele. E seguia tórax abaixo e encontrava o pau que engolia com tanta vontade. Nua, precisa com a chupada molhada do jeito que todo cara aprecia. Babava e descia pelo saco enquanto a saliva quente, em abundância, escorria. Ele jogava a cabeça para fora da cama em um gemido longo. Logo ela subia e o beijava na boca. E ele virava e ria cantando trecho da música que estava no repeat nas caixas de som. Cheirava seu pescoço, alisava os peitos pequenos e os beijava. Cabia fácil, quase por inteiro nos seus lábios. Parava nos mamilos delicados enquanto a mão descia pelo ventre até …