“Dorme aqui hoje”. “Não, hoje eu só vim fazer sexo com você, quero dormir na minha cama”, ela disse. “Jura que vai resistir a essa cama macia?” “Me come primeiro e depois a gente conversa!”. E o beijou. Um beijo mordido, molhado e quente. Ela lembrava a Vênus Adormecida do renascentista Giorgione, porém moderna com as tatuagens rabiscadas pelo corpo. Pássaros, flores, frases. E uma língua que rebolava pelo peito raspado dele. E seguia tórax abaixo e encontrava o pau que engolia com tanta vontade. Nua, precisa com a chupada molhada do jeito que todo cara aprecia. Babava e descia pelo saco enquanto a saliva quente, em abundância, escorria. Ele jogava a cabeça para fora da cama em um gemido longo. Logo ela subia e o beijava na boca. E ele virava e ria cantando trecho da música que estava no repeat nas caixas de som. Cheirava seu pescoço, alisava os peitos pequenos e os beijava. Cabia fácil, quase por inteiro nos seus lábios. Parava nos mamilos delicados enquanto a mão descia ...
Por Zuza Zapata