Pular para o conteúdo principal

Primeira vez



A primeira vez dela foi em cima de uma moto,
não pergunte-me como.
A primeira vez dele foi atrás de uma árvore,
gozou rápido demais.
A primeira vez deles foi depois de uma noitada,
amor a primeira trepada
trepada no primeiro encontro
o encontro virou namoro que virou noivado
a primeira vez deles, depois de casados
foi em Fernando de Noronha...

Comentários

  1. Acabei de ler todo o blog. Em êxtase, surpresa e completamente apaixonada.. Pelo texto e por vc.
    M.

    ResponderExcluir
  2. Entrei por acaso, mas fiquei por opção.
    Muito bom.
    "Bazarzinho agora te lê".

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

A menina que dança

Na dança gosta que a levem, o ritmo é o parceiro quem dita. E na cama também. Apesar de não fazer muita distinção entre um e outro, pra ela é tudo a mesma coisa – cama e dança – ou tudo está tão entrelaçado que se confunde. Na dança, e na cama, quem conduz os passos é o outro e ela, na malemolência, se deixa levar. O conheceu num desses recantos da Lapa. E não é que gostou da pose do rapaz? Mas já tinha decidido tirar um ano sabático. Nada de sexo. Mas ele quis leva-la logo pra onde? Forró! Ponto fraco da menina que dança. E não tinha como dizer não. E foram. E no meio daquela dança toda fingiu que nem notou as encoxadas mais audaciosas. Se deixou levar, fechou os olhos, descansou a alma e o corpo foi quem falou. E o rapaz que não era bobo nem nada aproveitou o molejo da menina e a beijou na boca. Salivas bem divididas. O encaixe com sintonia fina a fez amolecer. Ano sabático que nada. Queria mesmo era continuar aquela dança na cama, na sala ou até num chão duro de calçada. A saia cur…

Nado sincronizado

A saia curta e de tecido leve facilitava o trâmite entre os dedos da mão dele e a umidade da calcinha dela. O carinho começava sutil, despretensioso, quase sem querer. O gemido ainda era suave, silencioso, denunciado apenas pela boca entreaberta e a respiração ligeiramente ofegante. As vezes, mas só as vezes pra não da muita bandeira, o lábio inferior era assediado pelos dentes superiores, que famintos mordiscavam-o. A sala de projeção já estava com as luzes apagadas. Ele olhava para tela enquanto sua mão, pesando sobre a coxa dela, buscava o limite da calcinha, aquele limite que separa a dúvida da excitação da certeza que é logo confirmada pela boceta que inunda enquanto os dedos mergulham fundo. Nado sincronizado com o indicador e o médio. E aquele gemido abafado o deixava louco...


www.zuzazapata.com.br

Imagino-me

Olhar sua bunda me deixa louco. Imagino-me tocando, apertando, beijando esse rabo volumoso. Jogando-te na cama e abrindo as suas pernas o máximo possível e enfiando minha língua na sua boceta que na minha imaginação é grande e totalmente sem pelos. Deslizando meus lábios até seu cu e depois chupando com força seu grelo. Rebolando minha língua no clitores duro e babando sua boceta toda. Imagino-me virando-te de costas e roçando minha barba pela sua nuca, descendo pela coluna, chegando a sua bunda, onde daria uma mordida e um tapa estalado. Abriria bastante para poder olhar com precisão seu cu - que tenho certeza que piscaria para mim. O toque do meu dedo polegar invadindo e explorando seu cu faria você se arrepiar toda. E seu gemido me deixaria louco. E enfiaria dois dedos bem fundo na sua boceta toda molhada. E roçaria meu rosto nas suas coxas para você sentir o pinicar da minha barba por fazer. Nessa hora você agarraria com força o travesseiro e soltaria um gemido alto e abafado. C…