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Sofá Preto


Lembro de nós dois naquele sofá preto um pouco antes de você ir embora. As malas já estavam prontas no canto da sala e você cheirando a sabonete depois do último banho. Chegou até mim, alisou meu peito com as unhas e desceu até minhas coxas. Joguei a cabeça para trás num suspiro leve e contido. Você sorriu e me beijou a boca. Retribuí. Nossas línguas dançavam suaves enquanto eu repousava a palma de minha mão na sua nuca e fazia rasbiscos com as pontas dos dedos. A outra mão desfilava em direção a sua bunda e repousava entre o cu e a boceta. Você suspirava, beijava meu pescoço e mordia de forma doce o lóbulo de minha orelha. Segurou com firmeza meu pau e foi apontando-o para sua boceta. Olhava fundo nos meus olhos. No rosto, aquela expressão de putinha querendo ser comida com urgência. No coração, a alegria de ser comida por quem ama. Enterrei. Você soltou suspiro em forma de grito. Eu mordi os lábios, gemi e soltei aquela minha risada sacanaca. “Você me ama?”, perguntou “então me fode forte!”, completou. Rebolava e eu metia. Uma mão alisava suas costas e a outra mantinha os dedos no seu cu. Dois dedos. Do jeito que você gosta. E era assim que o gozo vinha, simultâneo. E veio. Sua boceta engolindo meu pau. Seu cu devorando meus dedos. Nossos corações no disparo pós-gozo. Nossos corpos caídos no sofá preto.


Comentários

  1. Que delicia! Estava sentindo falta do seu lado sacana!
    Saudade, querido! Mantém seu cantinho em dia pra gente, vai!

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