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Nado sincronizado

A saia curta e de tecido leve facilitava o trâmite entre os dedos da mão dele e a umidade da calcinha dela. O carinho começava sutil, despretensioso, quase sem querer. O gemido ainda era suave, silencioso, denunciado apenas pela boca entreaberta e a respiração ligeiramente ofegante. As vezes, mas só as vezes pra não da muita bandeira, o lábio inferior era assediado pelos dentes superiores, que famintos mordiscavam-o. A sala de projeção já estava com as luzes apagadas. Ele olhava para tela enquanto sua mão, pesando sobre a coxa dela, buscava o limite da calcinha, aquele limite que separa a dúvida da excitação da certeza que é logo confirmada pela boceta que inunda enquanto os dedos mergulham fundo. Nado sincronizado com o indicador e o médio. E aquele gemido abafado o deixava louco...


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9 comentários:

  1. vc não tem noção de como gosto de putaria no cinema! rsrsrs

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  2. hahahahaha, eu também Ju, eu também! :)

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  3. hahahahahah
    tenho a impressão de já ter visto essa cena!!!!


    bjs meus

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  4. me deixa louco.....
    adoro isso!!!!

    tava sumida mas tô voltando.....

    beijo beijo

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  5. aí é permitido afundar e até mesmo só brincar na borda...

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  6. ai...uff....eita...meio...anais nin rsrsrsrrs

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  7. Gostei!
    vou te seguir
    Bjssss
    Boa Semana
    Leo.SeximaginariuM

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  8. Esse poema dá vontade de ir ao cinema... kkkk

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