A saia curta e de tecido leve facilitava o trâmite entre os dedos da mão dele e a umidade da calcinha dela. O carinho começava sutil, despretensioso, quase sem querer. O gemido ainda era suave, silencioso, denunciado apenas pela boca entreaberta e a respiração ligeiramente ofegante. As vezes, mas só as vezes pra não da muita bandeira, o lábio inferior era assediado pelos dentes superiores, que famintos mordiscavam-o. A sala de projeção já estava com as luzes apagadas. Ele olhava para tela enquanto sua mão, pesando sobre a coxa dela, buscava o limite da calcinha, aquele limite que separa a dúvida da excitação da certeza que é logo confirmada pela boceta que inunda enquanto os dedos mergulham fundo. Nado sincronizado com o indicador e o médio. E aquele gemido abafado o deixava louco...
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vc não tem noção de como gosto de putaria no cinema! rsrsrs
ResponderExcluirhahahahaha, eu também Ju, eu também! :)
ResponderExcluirhahahahahah
ResponderExcluirtenho a impressão de já ter visto essa cena!!!!
bjs meus
me deixa louco.....
ResponderExcluiradoro isso!!!!
tava sumida mas tô voltando.....
beijo beijo
aí é permitido afundar e até mesmo só brincar na borda...
ResponderExcluirai...uff....eita...meio...anais nin rsrsrsrrs
ResponderExcluiraiiiiii, chegou a dar arrepio...
ResponderExcluirGostei!
ResponderExcluirvou te seguir
Bjssss
Boa Semana
Leo.SeximaginariuM
Esse poema dá vontade de ir ao cinema... kkkk
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